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sexta-feira, 23 de julho de 2010

Lâmpadas Fluorescentes

Educação Ambiental

Lâmpadas Fluorescentes

São infinitamente mais econômicas se comparadas a lâmpadas incandescentes, mas o que muitos não sabem é que, as lâmpadas fluorescentes, compactas ou tubulares, contém mercúrio, substância tóxica nociva aos seres vivos e ao meio ambiente. Se rompidas, liberam vapor de mercúrio, que será aspirado por quem as manuseia ou esteja no ambiente, podendo causar distúrbios renais, neurológicos, efeitos mutagênicos, alterações no metabolismo e deficiência nos órgãos sensoriais. Quando descartadas em lixões ou aterros sanitários, contaminam o solo e, mais tarde, os cursos de água, chegando à cadeia alimentar. Ainda que o impacto sobre o meio ambiente causado por uma única lâmpada seja desprezível, o somatório das lâmpadas descartadas anualmente (cerca de 40 milhões só no Brasil) terá efeito sensível sobre os locais onde são dispostas.
Este elemento, quando utilizado de forma correta, trás vantagens na economia de energia elétrica, mas seu manuseio e descarte precisam ser observados.
Enquanto intactas, não representam risco à saúde, mas no caso de quebra acidental de uma lâmpada, o local deve ser bem limpo por aspiração e os cacos devem ser coletados de forma a não ferir quem os manipula e colocados em embalagens lacradas, a fim de evitar a contínua evaporação do mercúrio. Sugere-se a utilização de luvas e avental.
O descarte final das lâmpadas fluorescentes deve ser feito na embalagem original preferencialmente, ou acondicionadas em material que evite a quebra acidental e encaminhadas à empresa revendedora, que tem por obrigação armazenar e dar o destino final, através de seus fabricantes ou fornecedores, como assegura a Lei nº 3710/2001 no município de Bagé.
A Educação Ambiental começa com a mudança de hábitos e atitudes.

Elma Cristina Alano de Azevedo Acosta
Gestora Ambiental

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